“A liberdade da classe operária não é possível sem uma revolução sangrenta” (Lenin)

Plenos de fanatismo, obscurantismo e obediência ao princípio de que “os fins justificam os meios” para imposição do partido único “comunista” cumprindo as ordens de Moscou e acatando submeter o Brasil à soberania limitada sob o tacão da então União Soviética.

Juventude despreparada que desconhecia o processo histórico de implantação do comunismo, a partir do morticínio de 1917, da era stalinista, dos campos de trabalho forçado (gulag), nada comparável ao romantismo que se propaga. Milhões de presos políticos e tantas outras vítimas das deportações forçadas, como no “Holodomor” — Holocausto Ucraniano. Jovens estudantes, presas fáceis de velhos comunistas lançados na luta armada, na insensatez do terrorismo.

Do insucesso em 1935 na Intentona Comunista, liderada por Luís Carlos Prestes, das lições de como se faz um “justiçamento”, i. É, como eliminar um parceiro desgarrado/suspeito, tipo Elza Fernandes, menor, estrangulada, aos atos de guerrilha nas décadas de 60/70. Os dias eram assim...

12/11/64 - Paulo Macena, vigia - Morto durante a explosão de uma bomba colocada Cine Bruni, no Rio de Janeiro; feridas seis pessoas. 25/07/66 – atentado a bomba no Aeroporto dos Guararapes/Recife, onde morreram o jornalista Edson de Carvalho e o almirante Nelson Fernandes. O guarda-civil Paraíba que teve amputada a sua perna direita. O Ten-Cel do Exército Sylvio da Silva com amputação dos dedos; gravemente atingido. Civis feridos, sendo um com apenas seis anos de idade. 24/11/67 – José Conceição, fazendeiro, Presidente Epitácio/SP, assassinado em função de discordar das ações do movimento campesino na região.

Em 1968, 10/01, Agostinho Lima, Marinha Mercante, Rio Negro/AM; 26/5, mortos pelo Movimento de Ação Revolucionária, o guarda Ailton de Oliveira e o funcionário da Light João Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária; 07/11 - Estanislau Ignácio Correia, civil, morto pelos terroristas integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária, quando roubavam seu automóvel em São Paulo.

Em 1969, 07/01, Alzira de Almeida, dona de casa Rio/RJ; 04/11, Estela Morato, investigadora do DOPS, morta a tiros quando participava da operação em que morreu o terrorista Carlos Marighela e, Friederich Rohmann, protético, também morto durante o confronto; em 07/11, Mauro Celso Rodrigues, soldado PMMA, morto em uma emboscada, durante a luta travada entre lavradores de terra, incitados por militantes da Ação Popular; em 14/11, Orlando Girolo, bancário, morto por terroristas durante assalto à agência do Bradesco em S. Paulo; em 17/11, Joel Nunes, sub-tenente PMRJ, morto a tiros durante um assalto da organização terrorista Partido Comunista Brasileiro Revolucionário ao Banco Sotto Mayor, Rio/RJ.

Em 10/05/70, tenente da PMSP, Alberto Mendes Jr que teve o crânio esfacelado pelo grupo de Lamarca; 10/11, José M. Do Nascimento, civil, morto por terroristas em confronto com policiais em S. Paulo; em 10/11/70 - Garibaldo de Queiroz e José Aleixo Nunes, soldados da PMSP, mortos em confronto com terroristas da Vanguarda Popular Revolucionária, São Paulo.

Em 1971, 04/04, major José Júlio Toja Martinez; 01/11, Nelson Ponce, cabo PMSP, metralhado durante o atentado praticado por terroristas do Movimento de Libertação Popular, contra um ônibus, em São Paulo; em 10/11, João Campos, cabo PMSP, morto na estrada de Pindamonhangaba ao interceptar um carro que conduzia terroristas armados; 22/11, José do Amaral Villela, guarda, morto por terroristas da VAR PALMARES e do MR8, que assaltaram um carro-forte, Rio/RJ e feridos os guardas Sérgio da Silva Taranto, Emílio Pereira e Adilson C. Da Silva; 27/11, Eduardo Timóteo Filho, soldado PMRJ, morto por terroristas, durante assalto às Lojas Caio Marti.

Em 1972, 05/02, David A. Cuthberg, marinheiro inglês, desembarcado e passeando pelo Rio/RJ;09/11, Mário Panzariello, detetive Polícia Civil/RJ), morto por militantes da ALN.

Em 1973, 25/02, Octávio Moreira Júnior, delegado de Polícia, morto no Rio/RJ, ao sair da praia. Os dias eram assim, com outros assassinatos, assaltos, carro-bomba, seqüestros de diplomatas, aviões...

Dentre os justiçamentos de elementos do próprio bando, a destacar o de Mário Toledo, com pomposo comunicado: “A Ação Libertadora Nacional executou, dia 23 de março de 1971... teve o fim de resguardar a organização...” Outros, em 70, Geraldo Damasceno, Ari Miranda; em 71, Amaro de Carvalho, Carlos Alberto Cardoso, Antonio Lourenço; em 73, Francisco de Alvarenga e Salatiel Rolins; no Araguaia, Osmar, Pedro Mineiro e João Mateiro.

Violência no Mundo, nas Américas, no Brasil, novela da vida real, sem maquiagem. Nem todos aprenderam a lição de caminhar pela democracia e honestidade. De assaltantes de bancos a assaltantes do Tesouro Nacional. Presenteados pelo compadrio financeiro e mídia, presos na Lava Jato.

 

 

 

 


 

Joomlashack