Era uma vez um suboficial da famosa Banda de Musica do Corpo de Fuzileiros Navais, J. Paulo, que ao passar para a reserva resolveu criar um projeto social para a inclusão dos jovens de São Gonçalo, onde vivem. Criou a hoje já conhecida Banda Brazilian Piper, cujo empurrão foi dado pelo 21º Grupo de Artilharia de Campanha, em Jurujuba Niterói, que desde o Comando do Coronel Luciano B. Lima passou a incluí-los em suas festividades. Quatro de seus integrantes, prestaram concurso para Sargentos do Exército e hoje tocam gaitas de fole na Banda de Música do Batalhão da Guarda Presidencial em Brasília.

 

 

 


Era uma vez um suboficial da famosa Banda de Musica do Corpo de Fuzileiros Navais, J. Paulo, que ao passar para a reserva resolveu criar um projeto social para a inclusão dos jovens de São Gonçalo, onde vivem.

Criou a hoje já conhecida Banda Brazilian Piper, cujo empurrão foi dado pelo 21º Grupo de Artilharia de Campanha, em Jurujuba Niterói, que desde o Comando do Coronel Luciano B. Lima passou a incluí-los em suas festividades.

Quatro de seus integrantes, prestaram concurso para Sargentos do Exército e hoje tocam gaitas de fole na Banda de Música do Batalhão da Guarda Presidencial em Brasília.

 

Saiu no Noticiário do Exército:

PRIMEIROS ESPECIALISTAS EM GAITA DE FOLE DO EXÉRCITO

 

(fonte: CComSEx)

Brasília (DF) – Quatro jovens de São Gonçalo (RJ) acabam de iniciar uma jornada única no Exército Brasileiro: são os primeiros músicos a ingressarem por serem especialistas na gaita de fole. Eles foram selecionados para integrarem a recém-criada Banda Marcial do Exército, no Batalhão de Guarda Presidencial (BGP).

A vivência musical dos Sargentos Leonardo Fonseca Goulart, 21, Jedson Gomes Ferreira Lauriano, 24, Lucas de Almeida Carlos, 20, e Renato Silva Ribeiro, 26, começou num projeto social realizado há 16 anos, quando o Suboficial da Reserva da Marinha, José Paulo Pereira Filho, o “J. Paulo”, decidiu compartilhar, nas escolas de São Gonçalo, o conhecimento e a experiência com crianças e adolescentes.

“Eu notei que esses adolescentes gostam do desafio de tocar um instrumento diferente, usar uma roupa diferente. Eu diminuo o tempo ocioso deles. Eles têm muita carência de alguma coisa por fazer, lá o tráfico domina toda a área”, conta J. Paulo, contextualizando o interesse dos jovens pela gaita de fole, um instrumento milenar, mas ainda considerado exótico no Brasil.

 

Para o Sargento Lucas, foi muito bom aliar a música com a carreira militar. “Muitos jovens onde eu moro têm o tempo muito ocioso, levam a vida para as drogas, para o tráfico. Eu tive a oportunidade de, na música, encontrar o meu lugar. E agora ainda posso ser militar, uma carreira com a qual sempre sonhei”, afirma.

Antes da seleção realizada pelo Exército, a gaita de foles já estava presente nas bandas militares, com músicos que ingressaram na Força pela especialização em outros instrumentos. O Subtenente Gileno Silva Ferreira, mestre da Banda Marcial no BGP, acompanha os quatro novos gaiteiros desde que se apresentaram para o serviço e elogia o desempenho deles.

Ele lembra que as gaitas de fole têm papel na guerra pelo menos desde o século XIX: “As gaitas de fole estão muito ligadas à atividade militar em campo de batalha, elas eram utilizadas pelos militares para transmitir comandos para o avanço das tropas”. A Banda Marcial se diferencia das demais porque os instrumentistas geralmente apresentam-se ao ar livre e incorporam movimentos corporais, como algum tipo de marcha.

 


 

Os novos sargentos oriundos da banda Brazilian Piper (reportagem do CComSEx) foram visitar a  banda no feriado.    

           

        

Afinal, são exemplos para os mais jovens.

 

 


 

Joomlashack