Hoje, 30 de novembro de 2017, o Centro de Pesquisa e História Militar do Exército, uma Seção da Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural do Exército completou sete anos de jovem existência. E, tanto com o meu amigo General Bergo brilhantemente a frente, como com este escriba que, hoje ao chegar, descobri com o arquivo da Tenente Coronel Maristela que sou o

Pesquisador Associado de número 9! Caramba, posso me considerar como um dos fundadores... E nem vi o tempo passar.

 

 

 

 


Hoje, 30 de novembro de 2017, o Centro de Pesquisa e História Militar do Exército, uma Seção da Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural do Exército completou sete anos de jovem existência.

E, tanto com o meu amigo General Bergo brilhantemente a frente, como com este escriba que, hoje ao chegar, descobri com o arquivo da Tenente Coronel Maristela que sou o Pesquisador Associado de número 9!

Caramba, posso me considerar como um dos fundadores... E nem vi o tempo passar.

A cada aniversário, o General Bergo planta uma árvore de alguma região do país. O Pau Brasil está enorme, mais alto do que eu.

A seu lado a linda Araucária, conhecida como o Pinheiro do Paraná, mal chega aos meus joelhos...

E, como gosto sempre de começar pelo fim, a região que faltava era a Amazônica e a representante original da região plantada, foi o Guaraná.

Todos os presentes, jogaram uma pá de terra, e portanto são padrinhos da dita, e posaram para uma foto do grupo.

A cerimônia teve início às 10:00 horas no auditório do belo Palacete Laguna, outrora residência do Chalaça, o mordomo do Paço.

Com as presenças do Almirante Bittencourt, do Brigadeiro Terroso e do General Bergo, Chefe do CEPHIMEX, o Cel Pantoja deu início a solenidade e convidou a todos para o canto do Hino Nacional Brasileiro.

Em seguida o Coronel Francisco leu o texto alusivo que, por bela obra de síntese histórica, publicamos na íntegra.

LEIA AQUI A ÍNTEGRA DA ORDEM DO DIA

Ao final foram entregues medalhas às personalidades que se destacaram pelas colaborações ao Sesquicentenário do Conflito da Tríplice Aliança (1864-1870) e depois, todos foram convidados ao jardim para o plantio da árvore amazônica...

 

 

 


 

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