Passaram à sala d’armas onde Monteiro mostrou a metralhadora usada na guerra pelo herói que manteve a posição em La Serra mesmo ferido, até a chegada da 10ª Divisão de Montanha americana o que valeu ao Tenente Apollo do Regimento Sampaio (que já tinha a Silver Star americana) a medalha Sangue de Heróis pelo seu ferimento e a Distinguiched-Service Cross do Presidente dos Estados Unidos. Apollo foi o único brasileiro agraciado com tal honraria do governo americano. Ao final o General assinou o livro de visitas e se despediu elogiando o que viu, dizendo que se não tivéssemos feito aquele Museu com doações dos Oficiais R/2 que foram a guerra, ninguém mais o faria.

 

 


Numa quinta-feira quente de fim de inverno (20/09/2018) o CPOR do Rio de Janeiro, o primeiro criado pelo Tenente Coronel Correia Lima quando Capitão em 1927, recebeu a visita do General de Divisão João Batista Bezerra Leonel Filho, novo Diretor de Ensino Superior Militar.

Recebido pela Guarda de Honra e o Tenente Coronel Sandro Ernesto Gomes, Comandante do Centro, foi cumprimentado pelo Ten Monteiro, antigo Presidente do CNOR e por este Editor, atual Diretor de Armamento e Tiro do CNOR e da AORE/RJ.

Inicialmente o General acompanhou o Comandante até seu Gabinete, no andar superior do Pavilhão de Comando onde este apresentou seus Oficiais e fez uma palestra sobre o CPOR.

 



Em seguida levou o General acompanhado de seus Assistentes, o Major Sanches e o ST Barros Jr desceram para conhecer a sede da AORE/RJ e o Museu do R/2 onde aguardavam além de mim e Monteiro, o Capitão Renha, Ten Denis (VP), Ten Paulo, antigo Presidente da AORE/RJ,  Ten Francisco, Ten Silvio, Ten Sava e Ten Peres.

O Ten Monteiro falou da Associação da qual ele e Silvio eram fundadores e passaram ao Museu onde foram visto documentos e fotos da criação do CPOR, e com mais detalhes, o busto e acervo do Major Apollo Miguel Rezk, o mais condecorado herói da II Guerra Mundial.

Nessa ocasião passei às mãos do General Leonel o livro de minha autoria, “Major Apollo, o herói esquecido”.

Passaram à sala d’armas onde Monteiro mostrou a metralhadora usada na guerra pelo herói que manteve a posição em La Serra mesmo ferido, até a chegada da 10ª Divisão de Montanha americana o que valeu ao Tenente Apollo do Regimento Sampaio (que já tinha a Silver Star americana) a medalha Sangue de Heróis pelo seu ferimento e a Distinguiched-Service Cross do Presidente dos Estados Unidos.

Apollo foi o único brasileiro agraciado com tal honraria do governo americano.

Ao final o General assinou o livro de visitas e se despediu elogiando o que viu, dizendo que se não tivéssemos feito aquele Museu com doações dos Oficiais R/2 que foram a guerra, ninguém mais o faria.  

 

 

 

 


 

Joomlashack