Dia da Bandeira... Se esqueciam esses maus brasileiros que o “verde de nossas matas” ou o “amarelo de nossas riquezas” vinham de nossas raízes imperiais. As riquezas minerais e a vastíssima biodiversidade já eram representados pelo verde e amarelo das casas imperiais dos Bragança e Habsburgo-Lorena.

 

 


Sobre Brasil, valores e patriotismo, eu preciso me cuidar muito ao escrever, porque não sai nada de bom!

Nos últimos 13 ou 14 anos, o Brasil não teve mais povo: teve bandos e alguns, armados. Todo mundo agora, que Bolsonaro foi eleito, vive gritando que não se deve falar em ideologia e política ficou algo tão pernicioso que obrigaram o pobre do Juiz Moro a antecipar sua exoneração, pois o criticavam de querer ajudar ou estudar a sua futura participação no Ministério da Justiça. E uma injustiça, pois abriu mão de sua previdência e uma série de vantagens a que tinha direito legal face as reais ameaças contra si e sua família.

Mas eu não concordo e acho que temos não só de falar como a gritar sobre as diferenças ideológicas, pois nestes últimos anos só víamos legiões de bandeiras vermelhas, CUT, MST e outros bandos sindicais que mamavam nas tetas do governo.

Se esqueciam esses maus brasileiros que o “verde de nossas matas” ou o “amarelo de nossas riquezas” vinham de nossas raízes imperiais.

As riquezas minerais e a vastíssima biodiversidade já eram representados pelo verde e amarelo das casas imperiais dos Bragança e Habsburgo-Lorena.

No próximo ano, com Bolsonaro, esses milhões de bandeiras verde-amarelas voltarão a brilhar no firmamento e os bandos serão subjugados pelo novo povo que irá surgir.

Pensei tudo isso enquanto orgulhosamente vestia meu uniforme de Oficial da Reserva do Exército e ia para o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro para, como em todos esses anos, comemorar o Dia da Bandeira.

Diariamente hasteada às 08:00 nos quartéis do Exército (e ao amanhecer nos navios da Marinha), hoje, 19 de Novembro, ela podia dormir até mais tarde, já que seria hasteada ao meio dia.

Chovia e fui convidado pelo Comandante, Tenente Coronel Sandro Gomes, a hasteá-la junto com ele.

Esse convite é uma grande distinção e fui envaidecido do privilégio e da honra.

Ao postar as fotos nas redes sociais, O Coronel Juliano Bruno de Almeida Cardoso, antigo Comandante do CPOR/RJ em 2008, quando eu era o presidente da AORE/RJ que funciona no mesmo aquartelamento, escreveu:

“Lembrei de um outro Dia da Bandeira. Quando tivemos a participação da Associação. Momentos e fotos muito parecidos.”

Fui correndo ao Baú das velhas recordações, resgatar as mencionadas fotos, os cabelos agora já brancos...

Vou parar com estes comentários e falar da cerimônia que, pelo visto, só é lembrada nos quartéis. O povo (ou bandos) está passeando no feriadão mais preocupado com o feriado do dia seguinte da Consciencia Negra, o que mostra a escala de valores dessa turma que nos deixa em janeiro. Bandeira Nacional só é sagrada para os militares...

Estava como eu disse chovendo fino e a tropa, constituída pelos Alunos, se espalhou pelos dois andares dos varandões do Pavilhão de Comando.

Da Associação, o Paulinho – o deTUBO (decano na Artilharia onde CANO é TUBO) já que é Aspirante de 1956, e o presidente da Associação que me antecedeu, Eu, Mergulhão, Aspirante de 1965 e antigo presidente da AORE/RJ de 2008 a 2011 e o Adalberto, meu antigo Vice-presidente e hoje o Tesoureiro das duas últimas gestões tamanha sua capacidade.  

Cantamos o belo Hino a Bandeira, composição de Olavo Bilac, como já mencionado, fui convidado a hastear o nosso Sagrado Pavilhão Nacional com o Comandante e ao final foram incineradas as bandeiras inservíveis.

Aliás, outra diferença desses bandos que se apossaram do país e viviam queimando nossa bandeira em praça pública impunes.

Isso é crime. Elas vão se rasgando e esgarçando ao tempo e vamos guardando para nessa cerimônia no seu dia, serem então incineradas.

Ouvimos as palavras do TC Sandro Gomes e a leitura do texto alusivo a data e assim terminou esta singela mas muito representativa cerimônia, num dia em que ela passa esquecida e ignorada de todos, só lembrada dentro dos muros puros dos Quartéis.

 

BRASIL ACIMA DE TUDO!

 

 

 

 


 

Joomlashack