Criada em 23 de fevereiro de 1915 com a denominação de 3ª Brigada de Artilharia, englobava o QG, o 1º RAM, o 6º RAM e o 3º GO (3º Gp Art Pesada), todos no Rio de Janeiro. Em 1919, a 3ª Brigada de Artilharia passou a denominar-se 1ª Brigada de Artilharia, englobando novas OM. Na década de 1930, ocorreu a substituição da 1ª Brigada de Artilharia pela Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Infantaria. Em 1943, com a criação da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária, constituiu o núcleo da Artilharia Divisionária da 1ª DIE, sendo responsável pelo apoio de fogo que tornou possível as vitórias da Força Expedicionária Brasileira nos campos da Itália.

 


 

A convite do General de Brigada João Batista Bezerra Leonel Filho, Comandante da AD/1,  fomos comemorar o 100º aniversário da Artilharia Divisionária “Cordeiro de Farias”.

Foi em uma segunda-feira, 23 de fevereiro, de muito sol e logo após o Carnaval.

A Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército (AD/1), conhecida também pelo nome histórico Artilharia Divisionária Cordeiro de Farias, é um Grande Comando de Artilharia subordinado à 1ª Divisão de Exército.

Sua sede localiza-se em Niterói, no estado do Rio de Janeiro, na histórica e também secular Fortaleza de Santa Cruz da Barra de 1555.  

Seu nome histórico é uma homenagem ao Marechal Osvaldo Cordeiro de Farias, comandante na Segunda Guerra Mundial.

Criada em 23 de fevereiro de 1915 com a denominação de 3ª Brigada de Artilharia, englobava o QG, o 1º RAM, o 6º RAM e o 3º GO (3º Gp Art Pesada), todos no Rio de Janeiro.

 

Em 1919, a 3ª Brigada de Artilharia passou a denominar-se 1ª Brigada de Artilharia, englobando novas OM.

 

 

Na década de 1930, ocorreu a substituição da 1ª Brigada de Artilharia pela Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Infantaria.

 

 

Em 1943, com a criação da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária, constituiu o núcleo da Artilharia Divisionária da 1ª DIE, sendo responsável pelo apoio de fogo que tornou possível as vitórias da Força Expedicionária Brasileira nos campos da Itália.

 

 

Em 1971, o Decreto n.º 01 mudou a denominação da 1ª DIE para Primeira Divisão de Exército, razão pela qual passou a denominar-se Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército.

 

 

Em 31 de dezembro de 2005, transferiu-se para as instalações da histórica Fortaleza de Santa Cruz da Barra, em Niterói, onde se encontra atualmente.

 

 Gosto de chegar cedo, pois é a oportunidade de reencontrar Chefes e amigos. Chegaram os Generais Ramos (1ª DE), Fernandes (EsAO), Nolasco (9ª Bda Inf Mtz), Stoffel (DPHCEx) e Abrahão (Bda Pqdt).

 

 

Logo em seguida chegou o General Gleuber Vieira, antigo Comandante do Exército.

 

 

E foram chegando as autoridades e convidados, Comandantes de Organizações Militares subordinadas.

 

 

O mais antigo da ativa foi o General Barroso Magno, Comandante do IME.

Na hora marcada, fomos para o palanque, diante do velho farol da “Sentinela da Baía” como era conhecida a Fortaleza de Santa Cruz no tempo da Artilharia de Costa, onde servi, e após a chegada das autoridades, um toque de corneta, trouxe a tropa com a Banda da AD/1 à frente.

Foram prestadas as honras militares ao General Barroso Magno e, após a apresentação da tropa, o General Leonel fez uso da palavra, contando a história centenária da AD/1.

 

Da Reserva Atenta e Forte, estava no palanque do CNOR, o seu presidente, Ten Monteiro e eu, e da AORE/RJ, o Presidente, Ten Ricardo, acompanhado dos Tenentes Alves, Waldevino e Alfredo.

Estava presente o Tenente Dálvaro José de Oliveira, ex-combatente e sobrevivente dos naufrágios do Itagiba e Arará, afundados pelo submarino nazista U-507 (17 AGO 1942) e foi dado o toque de “Presença de ex-Combatente”.

Foram cantados a Canção do Exército e depois, a Canção da Artilharia que terminou com bela salva de canhões.

Foi também colocado pelas autoridades presentes, flores no busto do Marechal Osvaldo  Cordeiro de Farias.

A formatura terminou com um desfile em continência ao General Barroso Magno após o qual, todos foram convidados a visitar uma exposição.

Lá, no antigo paiol, todo de pedra do tempo do Brasil Colônia, assistimos a uma breve exposição do anfitrião, General Leonel e ao fim, os convidados foram brindados por uma bela apresentação da Banda Militar da AD/1 que executou obras de Ary Barroso (Na Baixa do Sapateiro e Aquarela do Brasil) e Vila Lobos.

 

 

 Ouça a Aquarela do Brasil de Ary Barroso, pela formidável Banda Militar da AD/1. 

 

 


 

 

Joomlashack