Enquanto no Auditório acontecia a Assembleia Geral do CNOR e eleição da nova Diretoria, os Atiradores inscritos se dirigiam para o Estande de Tiro Cel R/2 Sérgio Gomes Pereira no próprio CPOR do Rio de Janeiro. Lá estava montada com muita dedicação pelos Tenentes Alef e Dias com apoio de graduados e Soldados, além dos alvos de Fogo Central o seguinte, dos alvos para trás: 8 (oito) boxes de tiro; Área reservada para a direção do Tiro, cercada por fita zebrada; Primeira área coberta com cadeiras brancas; Segunda área coberta com cadeiras azuis e uma mesa com pães, bolinhos, café e refrescos. Na área da direção coberta, um púlpito com microfone com o Tenente Alef, a mesa das Munições com o Tenente Dias, a mesa do Cabo Armeiro com as armas, guarnecida pelos SD Mattos Santos e Do Carmo, e uma equipe de cinco obreiadores. A apuração ficou a cargo do Sgt Ricardo. Temos ainda de computar na retaguarda a ambulância e a equipe da Cruz Vermelha Internacional trazida de Resende pelo Tenente Johnny, que nos acompanhou por todo o ENOREX

 

 


 

Como sabem, ENOREX é um Encontro Nacional de Oficiais da Reserva do Exército, aqueles oriundos de um dos cinco CPOR e os mais de 60 NPOR espalhados pelo país.

Da mesma forma, vem Oficiais R/2 (Reserva Não Remunerada) de todo este imenso Brasil, de Manaus a Pelotas e de Vitória a Cuiabá ou Campo Grande.

E muitos já bem idosos. Mas, todos, jovens ou velhos, sempre aproveitam o ENOREX para matar saudades nas competições de Tiro.

E todo ENOREX tem uma, algumas de fuzil, este deste ano, de pistola.

A programação do XIX ENOREX resumida foi a seguinte:

DIAS 7 e 8 OUT 2017 (sábado e domingo) = Recepção, translado e hospedagem
DIA 9 (Segunda-feira) = Abertura XIX ENOREX/Jornada do Exército/Visita ao Forte de Copacabana
DIA 10 (terça-feira) = Jornada da FAB – UNIFA e MUSAL/CAMPUS
DIA 11 (quarta-feira) = Jornada da Marinha – PALESTRA – Visita à Escola Naval
DIA 12 (quinta-feira) = Palestra do DECEX/Visita ao Museu Militar Conde de Linhares/Teatro Municipal
DIA 13 (sexta-feira) = Competição de Tiro/Assembléia Geral do CNOR/Posse da Diretoria e Jantar de Encerramento (CEP)
DIA 14 (sábado) = Almoço na Praia do Forte Imbuhy/Retorno das Delegações

 

Enquanto no Auditório acontecia a Assembleia Geral do CNOR e eleição da nova Diretoria, os Atiradores inscritos se dirigiam para o Estande de Tiro Cel R/2 Sérgio Gomes Pereira no próprio CPOR do Rio de Janeiro.

Lá estava montada com muita dedicação pelos Tenentes Alef e Dias com apoio de graduados e Soldados, além dos alvos de Fogo Central o seguinte, dos alvos para trás:

  • 8 (oito) boxes de tiro;
  • Área reservada para a direção do Tiro, cercada por fita zebrada;
  • Primeira área coberta, com cadeiras brancas;
  • Segunda área coberta, com cadeiras azuis, e uma mesa com pães, bolinhos, café e refrescos.
  • Na área da direção coberta, um púlpito com microfone com o Tenente Alef, a mesa das Munições com o Tenente Dias, a mesa do Cabo Armeiro com as armas, guarnecida pelos SD Mattos Santos e Do Carmo, e uma equipe de cinco obreiadores.  
  • A apuração ficou a cargo do Sgt Ricardo com os Sgt Paixão, Sydnei e Cardoso.

Temos ainda de computar na retaguarda a ambulância e a equipe da Cruz Vermelha Internacional trazida de Resende pelo Tenente Johnny, e que nos acompanhou por todo o ENOREX

No horário marcado, eu reuni os atiradores e o Tenente Alef fez a orientação geral do torneio e enumerou as regras básicas de segurança adotadas no Exército.

Eu que sou CAC (atirador esportivo) e Delegado Regional da Confederação Brasileira de Tiro Defensivo, não satisfeito com as regras, muito antigas, que o Exército emprega nos seus TAT periódicos, ainda acrescentei algumas observações, terminando com a regra dos 180º e comportamento nos boxes aonde só se poderia TOCAR no armamento sob comando sob pena de DQ (desclassificação).

Muitos atiradores ali, meus colegas, não pegavam em uma arma de fogo a 50 anos ou mais e este excesso de zelo, no meio de 50 atiradores, se fazia necessária.

 

A competição utilizou o armamento IMBEL 9x19mm, monofilar e eu sugeri que já fornecêssemos os carregadores (três com 5 tiros) com cinco munições cada por serem monofilares (7 tiros).  

Foram dados 5 tiros de ensaio e 10 para valer. Eu chamava os oito primeiro atiradores lá da área de cadeiras azuis e já chamava os oito seguintes que mandava preparar na área de cadeira brancas.

O Tenente Coronel Marcelo, Subcomandante do CPOR/RJ, a tudo supervisionava e se mostrava satisfeito com a organização.

Desta forma, rapidamente todos passaram e procedemos a premiação com as medalhas gentilmente enviadas pela CBTD (Tenente Bitencourt).

Haviam duas atiradoras do segmento feminino inscritas, Olívia e Mergulhinha. Como a primeira não apareceu, a segunda se sagrou campeã.

O Ten Cel Marcelo fez a colocação da Medalha de Ouro, segmento feminino.

Em seguida foram chamados ao pódium os terceiros lugares, empatados com 85 pontos, Ten Jackson Silva de Goiânia e o Tenente Mauro Cesar Santos de Sergipe.

Em segundo lugar, com 88 pontos, o Tenente Antonio Ricardo Cordeiro, filho do Presidente da AORE/RJ.

Em primeiro lugar com 96 pontos, este escriba (Luiz Mergulhão), também aqui do Rio de Janeiro.

O Tenente Coronel Marcelo fez a aposição das medalhas e depois fez uso da palavra, parabenizando a todos pela bela competição.

Veja aqui a Ficha de Apuração completa.

 

 

 

 


 

 

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