Continuação de Dia 21: Outubro ROSA

Continuação de Dia 21: Parte II

 

 

Saímos da cidade em direção à zona rural. Continuava a chover fino.

Aliás as florestas na estrada mostravam-se densas pela quantidade de chuvas na região.

Um manto de trepadeiras cobria quase tudo nas orlas da estrada.

“Ich spreche kein Deutsch”, eu não falo alemão.

Mas a ideia que dá é que o alfabeto por nós conhecido é insuficiente para eles e assim, com tremas e outros sinais, criam novos sons.

Lembram da Döhler que o “ö” tinha som de “e” (Dehler)?

Pois agora, novamente, a Casa Krüger, o “ü” tinha som de “i”. Vá entender?

Era um grande galpão de vendas de produtos regionais, licores, doces, queijos, salames, pickles e outras conservas além da famosa cuca.

Me arrependi de não ter vindo de carro como o Miranda, que fez excelente viagem parando para dormir em Registro (SP).

Só com uma mochila e um porta ternos para os uniformes, não podia comprar nada apesar da gula ficar gritando insistentemente...

Ao lado, uma típica casa de imigrante alemão era agora museu e fui lá visitar...

 

 

Andamos um bocado e com as distâncias são longas, cortamos uma outra visita a casa colonial típica e fomos para o almoço.

A fome era negra e a vontade de saborear o tão falado marreco, grande!

Fomos na estrada em direção a Florianópolis e na localidade de Rio Bonito encontramos o famosos Restaurante Grün Wald (olha o “ü” aí de novo?).

Muitos carros estacionados com chapa de Curitiba, mostrando que fica perto e muitos vem neste lugar almoçar aos fins de semana.

O restaurante estava cheio, mas duas mesas compridas estavam reservadas...

Primeiro íamos nos servir de tudo e eu caprichei no repolho roxo e nas mesas, traziam o marreco assado recheado.

Comi de ficar triste...

 

CONTINUA - FINAL

 

 

 


 

Joomlashack