Com as presenças dos Excelentíssimos Senhores General de Divisão Riyuzo Ikeda (DPHCEX) e General de Brigada Richard Fernandez Nunes (ECEME), acompanhados do Coronel  Julio Teodorico Nascimento Neto, Comandante do Forte de Copacabana e Museu Histórico do Exército o locutor Celso Garcia (18 anos relações públicas da ACRJ) junto com Márcia Melchior Diretora Artística da OVFC e membro do  Conselho Empresarial de Assuntos Culturais da ACRJ, foram dando início ao esperado momento.

 

 


No sábado, dia 30 de Setembro, a Orquestra dos Violões do Forte de Copacabana, como parte das comemorações do aniversário do Forte, deu verdadeiro show!

 

 

Mas, por causa da chuva, o concerto foi mudado da Alameda para o Auditório Santa Bárbara. 

 

Com as presenças dos Excelentíssimos Senhores General de Divisão Riyuzo Ikeda (DPHCEX) e General de Brigada Richard Fernandez Nunes (ECEME), acompanhados do Coronel  Julio Teodorico Nascimento Neto, Comandante do Forte de Copacabana e Museu Histórico do Exército o locutor Celso Garcia (18 anos relações públicas da ACRJ) junto com Márcia Melchior Diretora Artística da OVFC e membro do  Conselho Empresarial de Assuntos Culturais da ACRJ, foram dando início ao esperado momento.

Patrocínio : FHE-POUPEX e SindiRefeiçõesRJ
PARCERIA : EXÉRCITO BRASILEIRO E MHEX-FORTE DE COPACABANA

Inicialmente ela agradeceu aos presentes e a algumas pessoas que a apoiaram como Pedro Ernesto Mariano de Azevedo, benemérito da Associação Comercial e seu filho, Pedro Rafael, Mauro de Lima Câmara,  vice presidente da Câmara Texana do Comércio no Brasil  e também Ingrid Klein e Laudelino de Oliveira, responsáveis pelo novo site.

Neste novo site, temos a campanha ADOTE UM MÚSICO aonde você pode ajudar com uma bolsa que ajude no transporte e alimentação desses jovens carentes.

 

Mostrou alguns dos jovens músicos que já conseguiram colocações como a Geyzilane Moreira (que veremos mais adiante tocando clarinete) que passou em primeiro lugar no Curso para Sargentos Músicos da Marinha do Brasil.

Mas deixemos de história e que esta excelente orquestra conduzida pelo Maestro Luiz Potter, fale por si.


Em 28 de Setembro, o meu Forte de Copacabana completou 103 anos...

Meu, porque lá nasci e lá fui servir como Aspirante a Oficial em 1965.

O Forte de Copacabana foi concebido, ao final do século XIX, para compor o sistema defensivo da cidade do Rio de Janeiro e de seu porto. Sua função principal dentro de tal sistema era impedir a aproximação de navios inimigos que pudessem ameaçar a entrada da Baía de Guanabara.

1908
O início da construção do Forte de Copacabana ocorreu em 1908, durante um momento conjuntural propício para a construção de grandes unidades militares. A chamada “reforma do Exército” começou ainda no final do século XIX, mais precisamente no término do governo de Floriano Peixoto.

A situação do Exército era, de maneira geral, de estagnação. O reaparelhamento mostrava-se necessário, assim como o adestramento da tropa e a modernização das fortalezas. Nesse contexto, duas figuras destacaram-se dentre as demais no Exército Brasileiro: os Ministros da Guerra, General João Nepomuceno de Medeiros Mallet e o Marechal Hermes da Fonseca, sendo esse último o responsável pela construção do Forte.

O local escolhido para a construção do Forte foi o chamado promontório da Igrejinha, local onde existia a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana, sendo, portanto ideal para posicionar canhões de longo alcance.

No dia 16 de dezembro de 1907, o então Major Luiz Eugênio Franco Filho, adjunto da Direção de Engenharia, foi designado para dirigir a construção do Forte de Copacabana. No dia 5 de janeiro de 1908, foi lançada a pedra fundamental, estando presentes Affonso Penna e o Marechal Hermes da Fonseca.

1910-1911
Entre os anos de 1910 e 1911, toda a área tomou os contornos definitivos da construção do forte. A rocha foi reconstituída, permitindo a completa simbiose entre a construção humana e a da natureza.

1912
A Fortificação começou a tomar forma, em 1912, com as suas muralhas laterais de 12 metros de espessura, com as abóbadas já concluídas, formando o “esqueleto” do forte. Enquanto prosseguia a tarefa da formação da grande estrutura de concreto, outros serviços auxiliares eram executados.

Ainda em 1912, teve início a montagem das cúpulas de 190mm e 305mm. Para isso, foi construído um guindaste elétrico de 80 toneladas, a fim de facilitar o desembarque dos volumes remetidos pela Casa Krupp.

 

1913
Em 1913, todo o material de artilharia encontrava-se em condições de funcionamento. Houve também a continuidade da betonagem da cobertura, a montagem do material bélico restante, de toda a maquinaria acessória e demais instalações do interior da fortificação.

1914
Finalmente, em 1914, ocorreu o fim da betonagem com a cobertura final. Iniciou-se o funcionamento efetivo do maquinário e das peças de artilharia. Estava concluída a mais poderosa fortificação da América do Sul.

Concluídos os trabalhos, a Fortificação foi inaugurada no dia 28 de setembro de 1914, com a presença do então Presidente da República, Marechal Hermes da Fonseca, e demais representantes da Nação.

Inicialmente, o Forte de Copacabana foi guarnecido pela 6ª Bateria Independente de Artilharia de Posição, a qual foi transferida de Santa Catarina para o Rio de Janeiro, tendo como Comandante o Major Marcos Pradel de Azambuja.

Ao longo do século XX, o Forte de Copacabana vivenciou diversos episódios que o tornaram parte da história do Brasil, como o Movimento Tenentista de 1922, conhecido como Levante dos 18 do Forte; a Revolução de 1930, quando serviu de prisão para o Presidente da República deposto, Washington Luís; e na Revolução de 1964, quando serviu de ponto de Reunião para o Comando Revolucionário.

 

 

 

 


 

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